Quando um familiar ou uma pessoa querida está presa o sentimento de impotência nos invade. Não bastasse a tremenda burocracia a que se deve submeter, outros procedimentos de segurança necessários tornam a experiência ainda mais desagradável.

 

Nós advogados estamos acostumados à visitar presídios, centros de detenção provisória e semelhantes, bem como temos um tratamento diferenciado por parte dos funcionários, simplesmente pela nossa profissão, o que facilita, e muito, todo o trâmite.

 

Realizamos essas diligências em razão de diversas finalidades: a pedido de familiares, simplesmente para verificar o estado de saúde física, mental e emocional do preso, bem como para que possamos tomar medidas judiciais, principalmente defende-lo, onde se faz necessário que o detido assine uma procuração para que o advogado possa representa-lo em processo criminal.

 

Ademais, o contato direto com o detido nos auxilia a entender toda a dinâmica dos fatos envolvendo o crime cometido, podendo ajudar em seu processo criminal, especialmente na preparação de todos os atos do processo, presentes e futuros.

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